PRODUÇÃO DOS ALUNOS
CARTA DE LEITOR
Aluno: Igor Matheus (3º F)
"Bafo de onça
Um texto da revista LÍNGUA me chamou bastante a atenção por relatar um fato curioso de um policial militar, de nome Sebastião. O hábito dele de sair vestido de onça, quando se encontrava alcoolizado, tornou-se em diversão. Ao invés da violência que, normalmente, acompanha a bebida, o fato se tornou em diversão e angariou outros que também bebiam. Com isto, foi formado um dos maiores blocos carnavalesco do Rio de Janeiro, o "Bafo de onça". Então, a alegria muda completamente o sentido e até mesmo o caráter de uma pessoa, pois antes Sebastião era um bêbado, mas agora é um artista!"
Mandou bem, Igor, pôs o título do texto que comenta, legal!
[Atente para o gênero Carta de Leitor, a comanda pedia que voce direcionasse a carta à revista ou ao escritor, ok? Seu relato/comentário ficou bom ]
Aluna: Divina Lara (3º F)
"Na revista LÍNGUA, o texto de Sírio Possenti "O ponto de vista de Marte" mostra, com muita descontração, como o brasileiro usa a norma gramatical não muito certo. Achei interessante o texto como um todo, pois mostra como o brasileiro peca na hora de conversar. O autor usa como "entrevistador" um marciano, que analisa como as pessoas conversam. Ele tomou como exemplo a frase: "os menino saiu daqui agora mesmo". [...] é muito comum, bastante comum mesmo, ouvirmos as pessoas falarem dessa forma, não usarem a gramática corretamente. Deixo uma crítica à educação brasileira e ao não incentivo à leitura, pois este é o ponto primordial para termos uma linguagem mais formal e, assim, termos brasileiros mais conscientes".
Muito perspicaz sua crítica, Divina, parabéns!
[Atente para vocativo, ok? Quanto ao problema da gramática, logo trabalharemos um livro muito bom que trata do tema]
Aluno(a): não se identificou (3º E)
"Olá, Cilza Bignotto,
Na revista Presença Pedagógica, li sua entrevista que fala sobre os livros literários. Hoje, a criançada não quer saber mais de ler livros infantis, obras literárias de grandes autores. Os pais, de hoje, querem suprir sua ausência com tablet, videogame, notebook, ao invés de incentivarem os filhos a aprenderem coisas interessantes para seu crescimento intelectual. Criança que ler mais, que tem contato com livros, é mais culta, mais atenciosa. Colocar o pequenino na escola o ajuda a se desenvolver, mas a assessoria dos pais e de professores é necessária".
Boa intervenção e crítica, anônimo(a)!
Aluna: Thays Rodrigues (3º E)
"Senhor Escritor,
Recentemente, li na revista LINGUA, n. 63, seu artigo: "não leu, o pau comeu!" e vim argumentar do acesso de alunos e outras pessoas à cultura literária. Hoje, temos a internet como aliada, mas muitos ainda não têm fácil acesso a ela e os que têm não possui essa cultura que vem de berço ou a curiosidade de conhecer outros horizontes, ainda mais em se tratando de literatura, que muitas vezes é ditada como "chata e massante". Então, concordo com você quando diz: "quem lê escreve melhor", fala melhor entre outres benefícios que a leitura nos passa. Mas venho deixar meu apelo sobre o acesso a essas obras [...]. Obridada pela atenção.
Muito bem, Thays!
[o ideal é por o nome do colunista no início, ok Thays?]
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